Terceirização de TI em São Paulo
Terceirização de TI é a contratação de uma empresa externa para assumir a operação e a responsabilidade sobre a infraestrutura de tecnologia — servidores, rede, backup, segurança e atendimento aos usuários. A Lex faz isso para empresas de São Paulo: um único fornecedor responsável, escopo escrito e SLA em contrato.
Não é “chamar um técnico quando quebra”. É ter alguém que conhece o seu ambiente, acompanha o que está acontecendo e responde por ele.
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O que é terceirização de TI (e o que não é)
Terceirização de TI é transferir para um parceiro a execução e a gestão de atividades de tecnologia que hoje são feitas internamente — ou que não são feitas por ninguém.
É terceirização:
- Monitoramento de servidores e rede
- Backup e teste de restauração
- Atendimento a usuários (chamados)
- Segurança, atualizações e controle de acesso
- Gestão de fornecedores (internet, telefonia, sistemas)
Não é terceirização:
- Demitir todo o time de TI e contratar alguém “para apagar incêndio”
- Um contrato sem escopo definido, em que tudo é sempre “fora do previsto”
- Entregar as senhas e perder a visibilidade do que acontece
A diferença entre uma terceirização que funciona e uma que dá dor de cabeça está justamente no escopo e na governança.
Terceirizar ou manter TI interno?
| Critério | TI interna | Terceirizada |
|---|---|---|
| Custo fixo | Salário, encargos, férias, 13º, treinamento | Mensalidade previsível |
| Cobertura | Uma pessoa, uma especialidade | Equipe multidisciplinar |
| Férias e ausência | Ambiente descoberto | Coberto por contrato |
| Especialidades | Limitado ao perfil contratado | Rede, servidor, cloud, segurança, VoIP |
| Conhecimento | Risco de concentrar em uma pessoa | Documentado e compartilhado |
| Escalabilidade | Contratar/demitir é lento | Ajuste de escopo |
Quando TI interna faz sentido: empresas grandes, com operação crítica e volume suficiente para justificar um time próprio.
Quando terceirizar faz sentido: empresas de 10 a 200 usuários, em que a TI precisa ser confiável mas não justifica um departamento inteiro.
O modelo mais comum em empresas de médio porte é híbrido: um responsável interno pela estratégia + a Lex executando a operação.
O que pode ser terceirizado
| Frente | Inclui |
|---|---|
| Service desk | Chamados de usuários, acesso remoto, presencial em SP |
| Infraestrutura | Servidores físicos e virtuais, storage, virtualização |
| Rede | Switches, Wi-Fi, roteadores, VPN, links |
| Backup e recuperação | Rotina, monitoramento e teste de restauração |
| Segurança | Firewall, antivírus, políticas de acesso, atualizações |
| Cloud | Microsoft 365, Google Workspace, Azure, AWS |
| Telefonia | VoIP SIP, ramais, gravação |
| Governança | Inventário, documentação, relatório mensal, plano diretor |
Você pode contratar o pacote completo ou apenas as frentes que fazem sentido agora. Veja também suporte de TI para empresas.
5 erros ao contratar terceirização de TI
- Contratar sem escopo escrito. “Suporte completo” não significa nada. O contrato precisa listar o que está coberto e, principalmente, o que não está.
- Não definir SLA por criticidade. Um servidor parado e um pedido de instalação de programa não podem ter o mesmo prazo.
- Escolher só pelo preço. O contrato mais barato costuma ser o que cobra visita extra, peça extra e hora extra.
- Não exigir documentação. Se o conhecimento fica só na cabeça do técnico, você trocou a dependência de um funcionário pela dependência de um fornecedor.
- Não acompanhar indicadores. Sem relatório de chamados e disponibilidade, não há como saber se o serviço está funcionando.
Como a Lex assume a operação
Etapa 1 — Diagnóstico (gratuito)
Mapeamos servidores, rede, backup, segurança, licenças e os problemas recorrentes. Você recebe um relatório com riscos priorizados.
Etapa 2 — Transição
Documentamos o ambiente, configuramos monitoramento e definimos o canal de atendimento. A transição é gradual: não desligamos o fornecedor anterior antes de a operação estar estável.
Etapa 3 — Operação
Atendimento do dia a dia, manutenção preventiva e correção dos riscos identificados.
Etapa 4 — Governança
Relatório periódico com chamados abertos e resolvidos, tempo de resposta, disponibilidade e recomendações.
Quanto custa terceirizar a TI
O valor depende de quantidade de usuários, número de servidores, complexidade da rede, criticidade (SLA) e frentes contratadas.
Como referência de raciocínio — não de preço — compare com o custo total de um profissional interno: salário, encargos, benefícios, férias, 13º, treinamento e a cobertura que falta quando ele está ausente. Em muitos casos, o contrato terceirizado cobre mais especialidades por um valor mensal menor e previsível.
Perguntas frequentes
Terceirização de TI é o mesmo que suporte técnico?
Não. Suporte resolve chamados; terceirização inclui a gestão da infraestrutura, a prevenção e a responsabilidade pelo ambiente. Na prática, o suporte é uma das frentes da terceirização.
Preciso demitir meu funcionário de TI?
Não necessariamente. Muitas empresas mantêm um responsável interno e terceirizam a execução. O modelo é definido no diagnóstico.
A Lex assume o que o fornecedor anterior deixou?
Sim, após o diagnóstico. Documentamos o ambiente e corrigimos os riscos antes de assumir a operação completa.
Vocês atendem empresas fora de São Paulo?
Sim, com atendimento remoto. O presencial é feito em São Paulo e região metropolitana.
O contrato tem fidelidade?
As condições de prazo e renovação são definidas em contrato e apresentadas na proposta, sem surpresa na assinatura.
O que acontece se eu quiser encerrar?
A documentação do ambiente é da empresa. Ao encerrar, você recebe o inventário e as credenciais — sem sequestro de acesso.
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